Registrada e aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a vacina da dengue é a melhor forma de adultos e crianças garantirem proteção contra uma das doenças virais que mais acomete pessoas no Brasil.
A dengue é uma doença infecciosa transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, um inseto que, por ser muito adaptado ao ambiente urbano, pode ser facilmente encontrado dentro de casas em diferentes cidades do país.
A vacina contra a dengue possui eficácia de 60,8% para os quatro sorotipos vivos do vírus e registra uma redução de 93% para o risco de dengue grave e uma redução de 80,3% para as hospitalizações pela doença.
Vale ressaltar, porém, que a vacina é só mais uma aliada no combate à dengue – as medidas de proteção e prevenção para acabar com o mosquito Aedes aegypti (como não acumular água parada, por exemplo) precisam continuar.
Você sabia que é possível escolher onde tomar a sua vacina da dengue?
Se você estiver em São Paulo ou em Belo Horizonte, pode garantir a sua vacinação em uma das unidades do LABORATÓRIO ANDREIA BRAZ.
Desenvolvida à base de vírus modificados, a vacina dengue é extremamente eficaz para evitar a reinfecção pelo vírus porque estimula as defesas naturais do corpo humano. A vacina é capaz de prevenir aproximadamente 8 em cada 10 casos de dengue grave e com risco de hospitalização.
A vacina da dengue é indicada para quem tem entre 4 e 60 anos de idade.
A vacina contra a dengue é composta por vírus atenuados – dengue sorotipos 1, 2, 3 e 4.
A administração da vacina é realizada por via subcutânea (abaixo da pele).
A vacina da dengue é aplicada em duas doses, com intervalo de 3 meses entre elas.
Após a vacina da dengue podem ocorrer cefaleia, dor no local de aplicação, mal-estar e mialgia. Os registros de reações adversas à vacina contra a dengue foram geralmente leves e de curta duração, exceto para febre, que poderá ocorrer dentro de 14 dias após a vacinação.
As reações sistêmicas tendem a ser menos frequentes na segunda aplicação.
A vacina da dengue é contraindicada nos seguintes casos:
• Gestação ou atraso menstrual;
• Mulheres amamentando;
• Doença febril;
• Uso de corticoides prolongados na forma oral ou injetável;
• Tratamento à base de imunossupressor, uso de outras vacinas vivas com intervalo inferior a 30 dias; e
• Histórico de reação alérgica grave a qualquer componente da vacina dengue ou pacientes que tenham apresentado reação alérgica grave após a administração prévia da vacina.
Para consultar o preço da vacina da dengue e os convênios atendidos, entre em contato com a central de atendimento.
A proteção após a primeira dose não foi bem estudada. No entanto, cerca de dez dias após a segunda a proteção é adequada.
Receber as duas doses da vacina antes da viagem.
Sim. pacientes que apresentem alergias não relacionadas com os componentes da vacina podem ser vacinados. segundo recomendação do Ministério da Saúde devem ser observados por 30 minutos após a vacinação.
A eficácia foi medida em um estudo clínico que envolveu mais de 20 mil pessoas. A eficácia varia com o sorotipo, sendo mais eficaz naqueles que já foram anteriormente infectados pelo vírus dengue.
Não há efeitos a longo prazo descritos com a vacina, tendo o estudo clínico observado os participantes por 4,5 anos.
Continuar o esquema o mais breve possível. Não há necessidade de reiniciá-lo.
Como é uma nova vacina, o Ministério da Saúde orientou, temporariamente, que ela não seja aplicada no mesmo dia que outras vacinas.
Para consultar o preço da vacina HPV e os convênios atendidos, entre em contato com a central de atendimento.
Reforços não são indicados. A Sociedade Brasileira de Imunizações recomenda a revacinação com HP9 dos vacinados com HPV4..
Não. A maioria está contemplada com a vacina HPV9 (por exemplo 90% no do útero), mas não todos. Daí a importância da manutenção do rastreamento caso indicado..
HPV pode causar câncer também nos homens, como câncer de orofaringe, ânus e pênis.
Sim. Por tratar-se de uma vacina não viva podrá ser usada em pacientes com comorbidades.
O acompanhamento da mulher através do rastreamento deve ser mantido de acordo com a recomendação do seu médico..
Comunicar o serviço onde foi aplicada a vacina. No caso de reações alérgicas intensas procurar assistência médica.
Sim. mas caso ocorra a gravidez a vacina não deve ser aplicada, completando-se o esquema após o parto.
Será eficaz para evitar reinfecção ou também infecção por um tipo diferente.
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